quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Metodologia da criação final - Por: Camila Sodré Costa


Baseando-me no brainstorming para a organização das ideias e nas leis da dialética para a dissertação dos assuntos, pude concluir que tudo se renova nada se cria, nada permanece como é para sempre. O processo da criação final transmite essas duas ideias no âmbito da psicologia. Começa com um tópico bem definido, que engloba todos os temas. Usei os benefícios da espontaneidade e da criatividade para ligar e redigir os temas, pois tais estimularam na direção de novas respostas para as situações já conhecidas, estimulou a adaptações, transformações de temas já escritos e estudados antes. Todas as ideias são fundidas num grande mapa de ideias, onde um sub tema gera outro. Enquanto se partilham ideias, novas surgem por associação, geram assuntos tanto a nível individual como ao nível dos grupos, expressando a cristalização dos temas trabalhados em sala. Depois de todos os sub temas serem reunidos, apresenta-se a conclusão do trabalho. Expressando assim durante todo o texto a conserva cultural adquirida durante o semestre na aula de psicologia organizacional liderada pelo professor Carlos Icó, na Universidade do Estado da Bahia (UNEB), Camaçari, 2012.1.

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